Das intimidades sexuais

Dentro de todo intenso amor, há a expressividade caliente da sexualidade: o desejo vive imerso no sentimento da paixão. Para todo amor, existe também a vivência do drama - e é justamente esta premissa que o filme Céu Divido nos apresenta. Dirigido por Julian Hernandez, a película, de origem mexicana, não é uma obra de fácil entendimento: quase todo sem diálogos, é totalmente preenchido por uma bela trilha sonora que concebe boa parte do clima e acentua o caráter dos personagens. O foco é em dois jovens, Jonas e Geraldo: apaixonados, pela primeira vez, um pelo outro, decidem viver integralmente o sentimento novo, inabalável aparente. Surpreendentemente, ambos começam a tomar novos rumos: Jonas passa a se interessar por outro homem - um que conheceu numa noite na discoteca - e Geraldo, inicialmente desesperado pra reatar o namoro, passa a ter desejo por um colega de faculdade. As idas e vindas do casal, e o amor passando por mais desafios, é o plot do filme com cenas ultra-românticas em um México bem friendly, com direito a beijos e carinho no ponto de ônibus, e no campus. Miguel Ángel Hoppe e Fernando Arroyo atuam de maneira expressiva, altamente másculos nos atos e maneirismos interpretativos, a química em cena é invejável pela viabilidade técnica da direção precisa. Tudo em cena é puro afeto, realista, tocável. O roteiro, ainda que simplista, demonstra sensibilidade realísta ao tratar de temas delicados como: confusão de sentimentos, descoberta da sexualidade e inseguranças sentimentais. Até quando um amor perdura? Existe sentimento eterno? O sexo permanece na ausência do paixão? O filme exerce uma história de amor gay muito bem conceitual, sensual e com inúmeras cenas tórridas. O diretor propõe um roteiro cru, com cenas de efeito emocional e ausência de diálogos, há uma certa estrutura, por vezes, que lembra um bom videoclip. Puro charme cinematográfico.

33 opinaram | apimente também!:

Paulo [ALT] disse...

eu akii
cara eh desses filme q hollywood precisa, q tratem sério e sem.. como eu diria... "contenções" no roteiro entende? são poucos os q eu assisti assim e detesto os estilo "Bruno"... q soh servem pra alertar a população q ainda existe bastante gent tosco a ponto d fazer akilo e assistir. eu prefiro cinema mais espanhol, mexicano eu nunca vi, acho. mas eu vivo confundindo dentro dos poucos internacionais.
se tem poucos diálogos então a fotografia deve encaixar bem com o roteiro, esse lado d parecer um videoclip eu aprecio em algumas produções.
abraçoooo

Rodrigo Mendes disse...

Só vi na prateleira...

mais seu texto resumiu lindamente.

Abraços.

Caco disse...

Quero ver! Parece ser bom demais.

T1460 disse...

Interessante descrição do filme!

Obrigado por acompanhar o Ocionéticos, que dirijo com mais quatro amigos.

Acompanharei seu blog também! Por sinal, pretendo fazer um blog sobre cinema em breve, apesar de minhas análises não serem nada imparciais.

Leo Mandoki, Jr. disse...

não conheço o filme, mas vou ficar atento a ele. O sistema de distribuição de filmes estrangeiros aqui em Portugal é precário. A não ser que seja um filme com grande êxito internacional. Esse seu blog será só sobre cinema ou será sobre literatura tbm?
um abraço

Léo C. disse...

E aí, brother.

Obrigado por passar no meu blog e me dar o prazer de conhecer o seu.

Vc diz que o meu é "conceitual", sei lá, eu acho que é mais experimental...rs...eu gosto de tentar textos, conceitos, pensar coisas...tipo, falar sobre o cotidiano não precisa ser relatório de escritório, né mermo?

Por isso gostei tanto das suas apimentadas. Vc escreve bem, e por isso, como vc fez com o meu eu faço com o seu:

SEGUREI! :)

Abracos da Finlândia, nego.

jamesp. disse...

Obrigado pela dica.Um abraço.

Wanderley Elian Lima disse...

Olá Cristiano, li o seu post e fique curioso , vou procurar assistir o filme. Valeu pela dica.
Abração

João Pedro disse...

Obrigado pelos elogios.

Parabéns pelo seu blog!

Se colocar um link aqui, me avise que coloco um seu lá, tb.

Marcelo Mayer disse...

fimes com "videoclipticos" tendem a ser bons. só espero que seja um flme ormal como qualque outro em relação ao amor. porque é assim que formas de preconceitos acabam, já que tdos somos iguais. boa análise

abraços!

Thiago Duran Nogueira disse...

Brigadão Cristiano. O seu também é muito bacana, seguirei.
Abraços.

Doutrinador disse...

Valeu cumpadi.
Tô seguindo.

Rayanne disse...

Linda crítica. Que amor, é isso assim, sem margens. **Estrelas**

Leandrô/Lemão! disse...

Valeu pela visita cara!
Gostei da descrição.
Abrass!

Viviane Souza disse...

Obrigada pelo elogio! Também passarei depois com mais calma para ver as indicações que você faz para filmes e livros.

Sucesso!
Viviane

Cintia Carvalho disse...

Oi Cristiano!
Obrigada pela visita.
Aqui no trabalho não podemos usar o msn. Hoje a noite em minha casa, com calma adiciono vc no msn e no orkut e tb deleto a mensagem que vc deixou la no blog.
Um abraço.
Cintia Carvalho.

Gleydson Barroso disse...

Bela critica Cristiano... Procurarei pra ver e te dou um retorno11

abraços!!

John Rômulo disse...

Meu belo rapaz!
Parabéns ! este filme vou correndo 'baixar"
Como ja disseram eh de filmes assim que o cenema,digo de forma mundial, está precisando!
Um amor que por acaso é gay!
Linda resenha!
parabéns!

texto novo lá !

^^

Caio Abreu disse...

Ja quero baixar esse filme pois sei que nem adianta eu ir na locadora atras dele...

abçs

MicheL de FreitaS disse...

Hum... Adorei o conceito do blog: CALIENTE... Bem pimenta!
Quanto tempo, não?
Quando podemos comer algo apimentado juntos e cuspir fogo para reacender as chamar de nossa amizade?

Vê se responde, né?

MicheL de FreitaS disse...

Hum... Adorei o conceito do blog: CALIENTE... Bem pimenta!
Quanto tempo, não?
Quando podemos comer algo apimentado juntos e cuspir fogo para reacender as chamar de nossa amizade?

Vê se responde, né?

Roberto F. A. Simões disse...

Nunca ouvi falar, mas pelo que vc descreve deve ser um bom filme. Talvez um dia o veja... esse tipo de filmes dificilmente estreia por aqui.

Cumps.
Roberto Simões
CINEROAD - A Estrada do Cinema

Kae disse...

Tks....

pelo comentario e pela visita..

=D

volte sempre...

Marlon Vila Nova disse...

Já quero assistir.
HOJE!

HSLO disse...

Sou viciado em filmes com essa temática....nossa já tenho vários em meu notebook. Vou procurar esse pra baixar.

Passe depois em meu blog..eu postei um resumo sobre um filme muito lindo...confira.

abraços


Hugo

Guto Angélico disse...

Não vi esse filme mas fiquei curioso pra ver!

Caique Gonçalves disse...

Parece ter um quê de interessante. Mas não me apetece. É preciso ir além do amor gay e o sentimentos que ele desperta em ambos.

Arsênico disse...

PERFEITO... quiridjo... não sabia que existiam tantos filmes abordando a temática LGBT... fico muito feliz...

umBeijo!

***

@philipsouza disse...

é pelo o resumo parece ser bom...mas sera mais um filme de hollywoold ne...

abraçao

Ausência Instável disse...

Caracas, dá pra pegar uma imnaginação de como o filme quer passar uma imagem da pura realidade do que já vivemos, ou memso já passamos.

Fico ansioso demais para ver esses filmes assim, eu acho o máximo, ele interage muito com o emocional.

Powwww bacana mesmo o BLOG!
E Bem visitado!!!
PARABENS..
Já está linkado tmabem, e add no orkut ...!!!!

Agente se fala, super abraçao!!

Ausência Instável disse...

Desculpa pelos erros ..
kkkkk ...

Pressa de escrever!!!


Abçs

Luís disse...

Ah, eu liguei na locadora procurando por esse filme. Não havia no catálogo, nem Boy Culture.
O seu texto me fez realmente querer vê-lo e - como se você não escrevesse bem o suficiente para me fazer querer ver - há ainda o fato de eu gostar de dramas e acredito que esse seja um dos bons.

Rafael Lopes disse...

O filme deve retrar bem a realidade deste meio, as confusões, o amor.

Muito bom.
gostando da forma que vc escreve.

parabéns

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Aperitivos deliciosos

CinePipocaCult Sociedade Brasileira de Blogueiros Cinéfilos Le Matinée! Cinéfila por Natureza Tudo [é] Crítica Crítica Mecânica La Dolce Vita Cults e Antigos Cine Repórter Hollywoodiano Cinebulição Um Ano em 365 Filmes Confraria de Cinema Poses e Neuroses